segunda-feira, 22 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
Música à moda da Fnac
Já aqui o disse uma vez, a Fnac presta um grande serviço cultura à cidade, através da promoção de exposições, workshops, eventos e concertos, alguns bastante interessantes. Este mês então a coisa promete bastante! A Forma Farmacêutica Oral recomenda o tratamento musical gratuito para aliviar os sintomas financeiros governamentais:
- Dia 19/04 Sex 17h: Opera Chaotique (EL) (mas a hora não é lá muito boa para uma Sexta-feira...!)
- Dia 20/04 Sáb 16h: The Fishnails
- Dia 26/04 Sex 17h : Blue Trash Can (maldita hora outra vez...)
- Dia 27/04 Sáb 16h: Meu Melro
- Dia 28/04 Dom 17h: Samuel Úria (temo que o Cafe Fnac vá ser um espaço bem pequeno para acolher o Tondelense. Teatro Viriato, e porque não organizar um gig para o Úria?)
terça-feira, 9 de abril de 2013
Pousada de Viseu : Metamorfose e Reciclagem de uma Memória
Tese de Mestrado interessante, da Exma. Arquitecta Daniela Alexandra Nogueira Santos.
Porque o antigo Hospital de S. Teotónio foi o local de nascimento para muitos de nós, e pela estética fantástica e imponente com local privilegiado na cidade, é importante compreender o seu posicionamento tanto na cidade, como na sociedade local.
Porque o antigo Hospital de S. Teotónio foi o local de nascimento para muitos de nós, e pela estética fantástica e imponente com local privilegiado na cidade, é importante compreender o seu posicionamento tanto na cidade, como na sociedade local.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Acorda Viseu, este é o teu Académico...
Académico de Viseu Futebol Clube, conhece? Sabia que está a “lutar” pela subida à segunda liga? Costuma ir ao Fontelo apoiar a equipa? Não? Sim? Talvez?…
ACORDA VISEU, olha o “teu” Académico… Olha o teu clube de volta aos momentos épicos e de glória que polvilharam a história do CAF, mais conhecido por Académico de Viseu… Estão de volta as grandes tardes do Fontelo, estão de volta as romarias de apoio ao Académico nas suas deslocações fora. E tu,ó cidade, porque esperas para apoiar o teu clube?
Quem se lembra da rocambolesca visita aos Aliados de Lordelo, no final da década de 70, que acabou com a subida à 1ª divisão do Académico e com uma monumental chuva de garrafas, pedras e outros objectos sobre as “nossas” gentes? Eu, nos meus 3/4 anos estive lá, como estiveram milhares de viseenses a vibrar com o “seu” Académico…
Quem se lembra de uma tarde chuvosa, dia de semana, jogo de liguilha no Fontelo, Académico vs Marítimo, chovia, casa a abarrotar, comércio fechado, festa rija na rua com direito a desfile da equipa…
Seguiu-se a descida até à 3ª Divisão, momentos complicados, mas o Académico, clube mais representativo da região, bandeira de uma cidade, voltou ao convívio dos grandes pela mão o Presidente José Manuel Oliveira e do falecido Carlos Alhinho.
Depois, depois a história é conhecida, momentos menos bons que sim, também eles são património do clube, mas, também, momentos de alegria e glória como os vividos na última época e os que agora se vivem.
Sob a batuta de Filipe Moreira, um punhado de valorosos guerreiros, preparam-se para as 4 finais que se avizinham. E tu? já tiras-te a bandeira do armário?
O Académico é de todos nós, o Académico precisa do apoio de todos nós. São 4 finais, tantas quantos os domingos e Abril. Vem apoiar o teu clube, trás um amigo, o teu filho a avó e a sogra, todos somos poucos, mas seremos seguramente mais…
Vamos voltar a ouvir aquele célebre grito que ecoava das bancadas do Fontelo:
“VAMOS AO GOLOOOOOO ACADÉMICO!!!!!!!!!
Uma palavra final para duas pessoas que muito contribuíram e contribuem para o ressurgimento Académico de Viseu, o seu Presidente Fernando Albino e o “faz-tudo” Monteiro.
From blog Tempo de Vésperas, by Rui Rodrigues dos Santos
ACORDA VISEU, olha o “teu” Académico… Olha o teu clube de volta aos momentos épicos e de glória que polvilharam a história do CAF, mais conhecido por Académico de Viseu… Estão de volta as grandes tardes do Fontelo, estão de volta as romarias de apoio ao Académico nas suas deslocações fora. E tu,ó cidade, porque esperas para apoiar o teu clube?
Quem se lembra da rocambolesca visita aos Aliados de Lordelo, no final da década de 70, que acabou com a subida à 1ª divisão do Académico e com uma monumental chuva de garrafas, pedras e outros objectos sobre as “nossas” gentes? Eu, nos meus 3/4 anos estive lá, como estiveram milhares de viseenses a vibrar com o “seu” Académico…
Quem se lembra de uma tarde chuvosa, dia de semana, jogo de liguilha no Fontelo, Académico vs Marítimo, chovia, casa a abarrotar, comércio fechado, festa rija na rua com direito a desfile da equipa…
Seguiu-se a descida até à 3ª Divisão, momentos complicados, mas o Académico, clube mais representativo da região, bandeira de uma cidade, voltou ao convívio dos grandes pela mão o Presidente José Manuel Oliveira e do falecido Carlos Alhinho.
Depois, depois a história é conhecida, momentos menos bons que sim, também eles são património do clube, mas, também, momentos de alegria e glória como os vividos na última época e os que agora se vivem.
Sob a batuta de Filipe Moreira, um punhado de valorosos guerreiros, preparam-se para as 4 finais que se avizinham. E tu? já tiras-te a bandeira do armário?
O Académico é de todos nós, o Académico precisa do apoio de todos nós. São 4 finais, tantas quantos os domingos e Abril. Vem apoiar o teu clube, trás um amigo, o teu filho a avó e a sogra, todos somos poucos, mas seremos seguramente mais…
Vamos voltar a ouvir aquele célebre grito que ecoava das bancadas do Fontelo:
“VAMOS AO GOLOOOOOO ACADÉMICO!!!!!!!!!
Uma palavra final para duas pessoas que muito contribuíram e contribuem para o ressurgimento Académico de Viseu, o seu Presidente Fernando Albino e o “faz-tudo” Monteiro.
From blog Tempo de Vésperas, by Rui Rodrigues dos Santos
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Teatro Viriato a dar cartas
Se o Viseense não vai ao Teatro... o Teatro vai ao Viseense! Mais uma vez o Teatro Viriato tem uma iniciativa de se lhe tirar o chapéu, com dinamização do centro histórico!
No mesmo dia que anuncia a (excelente) programação de Abril - Julho.
Paulo Ribeiro, os meus mais sinceros parabéns.
No mesmo dia que anuncia a (excelente) programação de Abril - Julho.
Paulo Ribeiro, os meus mais sinceros parabéns.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
O Martim
O que mais me apraz nestas duas últimas décadas é o aparecimento de grandes bandas portuguesas.
Fica a sugestão para mais uma: O Martim
"O Martim" nasce como confessionário-pop de Martim Torres, um jovem (contra)baixista com cartas dadas em paragens como as de B Fachada, Homens da Luta,e diversos projectos de Jazz. Muitos o conhecerão também como uma das metades da infame dupla "Maria Amélia", presença habitual no programa 5 Para a Meia Noite. Munido com um computador portátil, uma caixa de ritmos, vários instrumentos e voz malandra, gravou sozinho metade dos temas de um "Em Banho Maria" ainda em estado embrionário. Não satisfeito com a primazia da batida programada, decide gravar a outra metade do disco já com um baterista, sendo escolhido o seu então colega David Pires. Assim definido o repertório de estreia, surgem os primeiros concertos e faltava então quem lhe desse vida em palco. O baterista permanece no seu posto, juntando-se-lhe o exímio António Quintino no baixo eléctrico e, mais tarde, a versátil Íris Sarai nos teclados. É então que lentamente "O Martim" se torna numa proposta cada vez mais colectiva, num processo de osmose em que "O Martim" é só um, mas na verdade são quatro que se aglutinam e fazem alguma coisa acontecer. Já não um "projecto", mas sim uma concretização, uma realidade.
A realidade que "O Martim" toca e canta situa-se num eixo marginal entre Belém e a discoteca Lux de Santa Apolónia, fazendo escala no Cais Do Sodré durante largas horas. Canta-se a rua, o quarto, a casa de banho, o clube, a casa de banho do clube...Canta-se um lugar mas também um tempo, uma personagem, um Martim que se propõe a ser muitos ao mesmo tempo.
Com pés firmados no que já nos deu a Música Portuguesa (sem esquecer os habituais traços anglófonos da pop e do rock e o aceno cúmplice à ginga brasileira) "O Martim" depara-se agora com o desafio de desbravar território novo nos meandros a que se propõe, não faltando para já um contagiante single, um videoclip engenhoso e acima de tudo, vontade de mostrar o que se sabe e quer dizer.
from http://www.omartim.com
Fica a sugestão para mais uma: O Martim
"O Martim" nasce como confessionário-pop de Martim Torres, um jovem (contra)baixista com cartas dadas em paragens como as de B Fachada, Homens da Luta,e diversos projectos de Jazz. Muitos o conhecerão também como uma das metades da infame dupla "Maria Amélia", presença habitual no programa 5 Para a Meia Noite. Munido com um computador portátil, uma caixa de ritmos, vários instrumentos e voz malandra, gravou sozinho metade dos temas de um "Em Banho Maria" ainda em estado embrionário. Não satisfeito com a primazia da batida programada, decide gravar a outra metade do disco já com um baterista, sendo escolhido o seu então colega David Pires. Assim definido o repertório de estreia, surgem os primeiros concertos e faltava então quem lhe desse vida em palco. O baterista permanece no seu posto, juntando-se-lhe o exímio António Quintino no baixo eléctrico e, mais tarde, a versátil Íris Sarai nos teclados. É então que lentamente "O Martim" se torna numa proposta cada vez mais colectiva, num processo de osmose em que "O Martim" é só um, mas na verdade são quatro que se aglutinam e fazem alguma coisa acontecer. Já não um "projecto", mas sim uma concretização, uma realidade.
A realidade que "O Martim" toca e canta situa-se num eixo marginal entre Belém e a discoteca Lux de Santa Apolónia, fazendo escala no Cais Do Sodré durante largas horas. Canta-se a rua, o quarto, a casa de banho, o clube, a casa de banho do clube...Canta-se um lugar mas também um tempo, uma personagem, um Martim que se propõe a ser muitos ao mesmo tempo.
Com pés firmados no que já nos deu a Música Portuguesa (sem esquecer os habituais traços anglófonos da pop e do rock e o aceno cúmplice à ginga brasileira) "O Martim" depara-se agora com o desafio de desbravar território novo nos meandros a que se propõe, não faltando para já um contagiante single, um videoclip engenhoso e acima de tudo, vontade de mostrar o que se sabe e quer dizer.
from http://www.omartim.com
quinta-feira, 28 de março de 2013
Comércio da minha Infância
O artigo com que o caríssimo Miguel nos presenteou esta semana no Jornal do Centro vêm mesmo na hora H desta notícia. Viseu não é igual ao que era há 10 anos atrás, e se em alguns pontos isto foi muito positivo, noutros foi lastimável, e uma delas foi o ruir da Rua Direita. Eu lembro-me de ser garoto e ter que recorrer às minhas habilidades de ninja para conseguir fintar toda a gente que se encontrava na Rua direita, a um vulgar dia de semana! Se haviam pessoas na Rua Direita -> as pessoas faziam as suas compras na Rua Direita -> Os comerciantes fomentavam o negócio -> negócio gera emprego -> emprego gera dinheiro -> as pessoas vão para a Rua Direita fazer compras -> etc. num ciclo bastante saudável.
Porém, hoje a Rua Direita está deserta, e sinceramente até mete medo pôr lá o pé. Um dos ícones da cidade está assim ao abandono, e o que se faz para tratar disto? Entramos em complexos judaicos para fazer gastar mais um pouco de tinta e pixel na imprensa local.
Sempre achei que o comércio local deveria ser novamente fomentado através de iniciativas que deveriam partir da autarquia, algo que beneficiasse quem optasse pelo comércio tradicional ao invés dos centros comerciais, em que claro também houvesse benefícios aos seus clientes. Recordo-me por exemplo que em Coimbra o estacionamento era gratuito aos fim de semanas na baixa, para incentivar as pessoas a lá ir. Claro que no caso específico de Viseu isto não chega (mas poderia ser uma hipótese, até para dar uso ao caracol gigante da Santa Cristina que está actualmente a ser devorado pelas aranhas), no entanto a criação de incentivos fiscais para o comércio na zona seria proveitosa. E porque não fazer um "centro comercial" a céu aberto pelas rua Direita, Formosa, da Paz etc.? Bastaria a existência de condições mais facilitadas para a implementação de qualquer loja por lá... nem imaginam o nó que senti quando constatei que o Centro Comercial S. Mateus está somente a ganhar pó.
Por mim transferia todos os serviços públicos para os centros comerciais, e as lojas de volta para o centro da cidade. Fazia-se assim uma espécia de Mega Loja do Cidadão, e certamente se conseguiria justificar de melhor forma todos os coordenadores, gerentes e chefes lá do sítio.
A boa notícia porém vem dos Jardins Efémeros! O meu evento de verão favorito pretende alargar os seus limites e incluir a Rua Direita, tapando um pequeno troço, fazendo o dito "centro comercial a céu aberto", implementando assim mais um jardim na cidade. A ideia já foi apresentada à ACDV, que está agora à espera do orçamento.
Espero que o dinheiro não limite mais uma vez as cabeças desta boa gente. Prefiro gastar dinheiro em cultura que em parques de estacionamento junto à antiga estação ferroviária!
Porém, hoje a Rua Direita está deserta, e sinceramente até mete medo pôr lá o pé. Um dos ícones da cidade está assim ao abandono, e o que se faz para tratar disto? Entramos em complexos judaicos para fazer gastar mais um pouco de tinta e pixel na imprensa local.
Sempre achei que o comércio local deveria ser novamente fomentado através de iniciativas que deveriam partir da autarquia, algo que beneficiasse quem optasse pelo comércio tradicional ao invés dos centros comerciais, em que claro também houvesse benefícios aos seus clientes. Recordo-me por exemplo que em Coimbra o estacionamento era gratuito aos fim de semanas na baixa, para incentivar as pessoas a lá ir. Claro que no caso específico de Viseu isto não chega (mas poderia ser uma hipótese, até para dar uso ao caracol gigante da Santa Cristina que está actualmente a ser devorado pelas aranhas), no entanto a criação de incentivos fiscais para o comércio na zona seria proveitosa. E porque não fazer um "centro comercial" a céu aberto pelas rua Direita, Formosa, da Paz etc.? Bastaria a existência de condições mais facilitadas para a implementação de qualquer loja por lá... nem imaginam o nó que senti quando constatei que o Centro Comercial S. Mateus está somente a ganhar pó.
Por mim transferia todos os serviços públicos para os centros comerciais, e as lojas de volta para o centro da cidade. Fazia-se assim uma espécia de Mega Loja do Cidadão, e certamente se conseguiria justificar de melhor forma todos os coordenadores, gerentes e chefes lá do sítio.
A boa notícia porém vem dos Jardins Efémeros! O meu evento de verão favorito pretende alargar os seus limites e incluir a Rua Direita, tapando um pequeno troço, fazendo o dito "centro comercial a céu aberto", implementando assim mais um jardim na cidade. A ideia já foi apresentada à ACDV, que está agora à espera do orçamento.
Espero que o dinheiro não limite mais uma vez as cabeças desta boa gente. Prefiro gastar dinheiro em cultura que em parques de estacionamento junto à antiga estação ferroviária!
Subscrever:
Mensagens (Atom)





